A questão dos impostos municipais para o próximo ano de 2019, que estão vertidas no Orçamento recentemente aprovado pelo Executivo Municipal, continua a ser motivo de discussão entre as duas forças políticas (PS e PSD).

Em declarações à Barca FM, o autarca Augusto Marinho, afirmou que “não houve influência” do Partido Socialista nesta questão dos impostos e que estas medidas “resultam da estratégia, da decisão e avaliação” da autarquia barquense. O autarca barquense lamenta “que se faça uma política assim em Ponte da Barca e não se faça uma política séria e que diga respeito aos problemas dos barquenses”. Para Augusto Marinho “todos devem trabalhar em conjunto para resolver os problemas das pessoas” e explicou que não gosta do termo “vereadores da oposição” pois “todos devem ter o mesmo objectivo que é o bem estar dos barquenses”.

O autarca barquense falou ainda do Orçamento, referindo que “é focado para ajudar e resolver os problemas dos barquenses” e a “estratégia passa pela criação de zonas industriais, resolver o problema do abastecimento de água e saneamento básico e ainda a viação rural”. Quanto às restantes áreas, o autarca explica que “o facto de haver prioridades não significa que haverá desinvestimento noutras áreas, por exemplo temos tido uma preocupação grande com a acção social onde também há reforço”.

O Partido Socialista, em comunicado enviado à Barca FM, voltou a criticar o atraso na entrega do “orçamento que foi disponibilizado” tardiamente. Salientaram que durante a discussão do documento “alertaram para o facto de estar previsto um aumento ilegal de impostos directos superior a 20%” e que “após esta crítica o executivo recuou relativamente aos impostos directos”. O autarca barquense nega que “tenha havido influência” do Partido Socialista nesta questão.

Ainda sobre o orçamento, os vereadores do PS (Ricardo Armada e Sílvia Torres) afirmam que votaram contra o orçamento pois o mesmo “aniquila a acção social do município (…), não tem objectivos traçados nem estratégias definidas. prevê o aumento da despesa corrente, diminui as transferências para associações e juntas de freguesia”, bem como “não define com clareza a estratégia a seguir pelo concelho no Turismo”:

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