O Município de Arcos de Valdevez celebrou uma adenda ao protocolo com a Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho, no valor de 4 mil euros, numa sessão que contou ainda com a apresentação de um filme das intervenções realizadas nos Fortins do Extremo, deu hoje nota a autarquia.

A sessão teve lugar no passado dia 22 de maio, na sede da Junta de Freguesia do Extremo e esta adenda serve para se continuarem os “Estudos de Arqueologia e História, Levantamentos Topográficos Especializados, Conceção e Produção de Conteúdos para divulgação, no âmbito doProjeto “Conservação, Estudo, valorização e Divulgação dos Fortes de Bragandelo e da Pereira, Arcos de Valdevez”.”, explicou o município.

Em comunicado, a autarquia dá nota da “importância histórica e cultural dos monumentos, tendo ficado bem presente que estes dois exemplares são dos mais bem conservados de que há memória e que existe uma grande vontade de criar condições para que se continuem a transformar numa referência nacional e internacional.”

Segundo informação avançada pelo município, “até ao momento, a intervenção incidiu maioritariamente no Forte de Bragandelo, o melhor conservado dos dois existentes, tendo recebido sinalética interpretativa, com modelos tridimensionais e informação gráfica de apoio ao visitante, permitindo uma experiência nova e única no seu género em todo o território nacional.”

Estes Fortes, enquadrados no período da Guerra da Restauração da independência portuguesa do século XVII, “representam uma mais-valia para o turismo e a cultura do concelho e da região, uma vez que são exemplares únicos no contexto de toda a Península Ibérica, não só pelo estado de conservação, mas sobretudo pelas preciosas informações que trouxeram sobre esse conflito histórico e a importância do Extremo no contexto dessa Guerra peninsular.”, aponta ainda o município.

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