O Executivo Municipal de Ponte da Barca aprovou na última reunião, a carga fiscal do próximo ano, para o Município de Ponte da Barca. Em declarações à Barca FM, o autarca Augusto Marinho garantiu que as “notícias que têm vindo a público” referindo o aumento dos impostos “não são verdadeiras”, assumindo assim que os impostos no concelho barquense não irão subir.

Segundo Augusto Marinho, o destaque da recente reunião do executivo barquense foi mesmo a questão dos impostos, salientando que no que concerne ao IMI, os “encargos para a população são iguais ou menores” que os anteriores, sendo que a taxa mantém-se nos valores mínimos, havendo ainda um “estímulo para habitações que preencham os requisitos de eficiência energética”.

No que concerne à derrama, IRS e Taxa Municipal de Direitos de Passagem, mantêm-se iguais aos anos anteriores, o que significa que ao nível da derrama continuará a isenção para empresas que não ultrapassem o volume de negócios na ordem de 1 milhão de euros e para as empresas que ultrapassem esse valor será cobrado o imposto de 1,5% sobre os lucros. No que concerne ao IRS, o Município abdica de ficar com os 5% que tem direito e mantém-se a taxa de 0% no que toca à Taxa Municipal de Direitos de Passagem.

Foram ainda aprovado um apoio para a UF de Ponte da Barca, Vila Nova de Muía e Paço Vedro de Magalhães para a realização de uma obra no Caminho do Outeiro, em Paço Vedro de Magalhães. Foi ainda feita uma adenda ao protocolo para a cedência da Escola de Ventuzelo, com a renovação do protocolo que estava já em vigor, para os próximos 30 anos.

O vereador da oposição Inocêncio Araújo destacou também as questões “relacionadas com os impostos” como principal destaque da última reunião do executivo barquense, lançando apenas o alerta que “talvez seja necessário pensar para o próximo a questão da derrama” de forma a dar alguns “benefícios às empresas” para que “estas se instalem no concelho”.

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