Vidas Interrompidas” retrata as “memórias ímpares da aldeia submersa de Aceredo

A Casa das Artes de Arcos de Valdevez tem patente uma exposição da fotógrafa Marta Alves.

A mostra, intitulada “Vidas Interrompidas”, é uma recolha de imagens sobre Aceredo, a aldeia que ficou submersa há 30 anos e que, recentemente, emergiu devido à descida do nível das águas da barragem do Alto Lindoso, entre Arcos de Valdevez, Ponte da Barca e Ourense, na Galiza.

Natural de Arcos de Valdevez, Marta Alves é “uma jovem artista que desde pequena se entusiasma com a arte de fotografar” e que “gosta especialmente de retratar pessoas singulares em momentos particulares”.

De acordo com a nota enviada às redações, as fotografias “retratam as memórias ímpares de quem por lá viveu anos e, consequentemente, procuram incitar à reflexão do flagelo das alterações climáticas”.

No comunicado, a autarquia de Arcos de Valdevez informa que a vereadora Emília Cerdeira esteve presente na abertura da exposição para “felicitar a jovem artista pelo seu trabalho e desejar-lhe muito sucesso em projetos futuros”.

A exposição “Vidas Interrompidas” pode ser vista até 31 de julho.

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