Uma delegação do CDS-PP, encabeçada pela número 1 da lista do partido em Viana do Castelo, nas próximas legislativas, Joana Mendes, esteve em Ponte da Barca, na passada quarta-feira.

O grupo visitou ao final da manhã a feira quinzenal em Ponte da Barca e posteriormente reuniu com a Adega Cooperativa de Ponte da Barca e Arcos de Valdevez e a Santa Casa da Misericórdia local.

Joana Mendes, em declarações à Barca FM, apontou que os feirantes, bem como outros empresários e instituições que já visitaram, queixam-se “da elevada carga fiscal, para as empresas e populações”. Além disso, apontam a “falta de mobilidade” que “dificultam a ida aos centros dos concelhos pela falta de transportes públicos” e ainda algumas “queixas na área da saúde e da ação social”, o que numa população “algo envelhecida e também com algum êxodo rural é preocupante”.

De uma forma geral, Joana Mendes, afirma ainda que as pessoas “reconhecem que para mudar temos de votar numa alternativa e reconhecem a importância do CDS-PP”

No que diz respeito à Adega Cooperativa e a Santa Casa da Misericórdia, aponta que o balanço das reuniões foi “positivo” e considera que a sua candidatura “tem sabido ouvir e tem sido de proximidade para saber os problemas e apresentar soluções”.

Sobre a Adega, apontou a “importância da valorizaçãoo do loureiro” e parabenizou a instituição “pelo trabalho desenvolvido, pela aposta na inovação, na modernização, com um crescimento significativo e com perspetivas de continuar a crescer”. Em termos de preocupações, salienta o “aumento dos custos de produção, a falta de mão de obra qualificada, a elevada burocracia e a falta de apoios, nomeadamente no PRR (Plano de Recuperação e Resiliência), onde faltam apoios” para este sector.

Quanto à Santa Casa da Misericórdia local, uma instituição “muito importante no concelho e no distrito”, as preocupações “são maiores”, aponta Joana Mendes. Considera que a área social “tem sido esquecida”, desde logo pela “falta de apoios para recuperação de património, o programa PARES (Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais) que se tem mostrado insuficiente para dar resposta às exigências”. Outro problema identificado é o financiamento “da Segurança Social por utente, que é insuficiente, principalmente em lares de idosos” e deixou críticas pelo facto da área social “não ser ouvida por exemplo em sede de concertação social sobre o aumento do salário mínimo”. Elogiou ainda o trabalho desta instituição “na área da saúde mental e do apoio domiciliário”.

Recorde-se que recentemente, uma delegação do partido, reuniu com a ACIAB, também em Ponte da Barca.

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